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Sobre os Fotógrafos

Flávio Roberto Berger

 
 

 

Autor, editor, jornalista e fotógrafo Flávio Roberto Berger

Nasci em Curitiba/PR em 16 de junho de 1965 e atualmente resido em Joinville/SC. Aos dez anos, ganhei minha primeira máquina fotográfica e, aos dezoito anos, iniciei nas atividades de fotografia com meu pai, Gernot Berger. Na trajetória profissional, atuei em turismo, publicidade, indústria, comércio e moda, especializando-me, principalmente, no segmento da fotografia aérea. Sou proprietário da Fotoimagem, que completa 31 anos em 2017. 

Viajar tornou-se rotina na minha vida de profissional das imagens, pois realizei diversas viagens pelo litoral brasileiro de motor-home (trailer), de Rio Grande (RS) a Manaus (AM), fotografando tomadas aéreas e terrestres de portos/terminais e cidades. 

Participei com fotografias no “Atlas Ambiental da Região de Joinville” (1ª e 2ª edições) e dos livros "Amazônia Azul" da Marinha do Brasil, “Joinville – Fundação Cultural Prometheus Libertus”, “São Francisco do Sul – Construções Históricas”, “Água – Alma das Paisagens”, “A História do Porto de São Francisco Sul”, entre outras centenas de obras literárias, revistas, catálogos, sites etc.

Principal autor, fotógrafo e editor do livro ”Portos e Terminais Marítimos do Brasil”, 1ª e 2ª edições.

Lançei em fevereiro de 2011 o livro ”Glossário Portuário Ilustrado”.

Em 2012, lançei a 3ª edição do livro ”Portos e Terminais do Brasil”, e a 4ª edição em 2016 do livro "Portos e Terminais do Brasil" trilíngue: português, inglês e mandarim.

Próximo projeto:

ROTA DOS PORTOS

 Livro: "Portos da América do Sul e Panamá".

Será um livro registrando aspectos históricos e atualidade de 85 portos e 50 instituições da Marinha do Brasil.

Aprovado pela lei de Incentivo à Cultura (Pronac 164787- Artigo 18). 

Atualmente, dedico-me à edição de livros portuários inéditos no mercado brasileiro e serviços fotográficos aéreos e terrestres.

 


Fotografa Vanda Rodrigues Cerqueira

 
 

Nasci no município de Teofilândia, Estado da Bahia.

Mudei para Santos/SP jovem, a qual adotei como minha cidade natal, e formei-me em magistério na Escola Estadual Canadá.

Em 2011, formei-me em administração de empresas no Centro Universitário Monte Serrat (Unimonte).

Na trajetória profissional, trabalhei na empresa Monumento Shopping Car no período de 1996 a 2005, passando por vários setores, entre eles, promotora de vendas e departamento de compras; e no período de abril 2006 a janeiro de 2015 trabalhei na empresa Pneulinhares (revenda Bridgestone Firestone), onde exerci a função de gerente comercial.

Aceitou a proposta do Flávio R. Berger para trabalhar na produção das imagens para a quarta edição do livro “Portos e Terminais do Brasil”, sendo um grande desafio e um caminho totalmente novo, mas apaixonante.

 


Gernot Berger

Nascido em 09/07/1936 em Itapiranga (margem direita do Rio Uruguai/SC – Extremo Oeste Catarinense).

Em 1952 comprou sua 1ª máquina fotográfica, uma Lumiére 6x9.

Em 1955 iniciou sua 1ª foto reportagem,  uma aventura bem perigosa: Transporte de madeira em forma de balsa pelo Rio Uruguai em época de enchente, de Itapirang/SC a à São Borja / RS, passando pelo trecho mais temido pelos balseiros Salto Yucumâ (entre o RS e Argentina).

Muitas balsas de cedros e de pranchas de pinheiros araucárias, saíram da região de Marcelino Ramos enfrentando também os perigos do Estreito igualmente coberto pela grande enchente exceto as 2 ilhas maiores do lado catarinense.

Em 1958 (final de abril) acompanhou uma caravana de 20 homens agricultores com saída de Iraí em ônibus Ford F6, rumo ao noroeste do Mato Grosso até Diamantino seduzidos à comprarem terras na Gleba Arinos, à 900Km de Cuiabá, uma epopéia fotográfica.

Em 1958 (junho) fotografou as 7 Quedas do Rio Paraná- Guaíra/PR.

Em 1958 (setembro) revelou o 1º filme colorido (slides) do Brasil fora de SP em Itapiranga/SC na Vila Tunas, onde foi junto aos pais pioneiro colonizador e fundador da hoje cidade de Tunápolis.

Em 1959 fez um curso prático de hidroterapia, pelo sistema Kneip no então Hospital Hidroterápico de Carazinho / RS. Daí para frente, paralelamente a fotografia como auto-ditada, estudou e aplicou em família e conhecidos a homeopatia, fototerapia, geoterapia, dietética, sugestão e autosugestão pelo sistema cové francês.

Em 1960 Casou com Imelda Michels tendo 4 filhos homens.

Em 1962 mudou-se para Curitiba a fim de  continuar os estudos da medicina natural e tentar depois a medicina oficial.

Em 1962 montou o 1° laboratório de revelações e ampliações profissionais do sul do Brasil em Curitiba e o segundo do Brasil depois do Laboratório Curt de São Paulo. Recebeu um diploma pelo curso de revelações e ampliações coloridas pelo sistema Agfcolor no Rio de Janeiro.

Em 1966 quando tudo estava encaminhando bem, um incêndio destruiu o laboratório de fotografias. Restou a opção de recomeçar tudo novamente no ramo de fotografia, oque o impediu de continuar os estudos oficiais rumo à Medicina acadêmica.

Em 1969 conheceu as nascentes do Rio Uruguai, onde bem próximo fotografou a famosa janela (Pedra Furada) do Morro da Igreja em Santa Catarina.

Em 1970 recebeu o convite de fotografar todo o estado de SC: 1º levantamento do potencial turístico de Santa Catarina, através do Deatur do qual o 1º presidente foi o Sr. Armando Gonzaga.

Em 1970 o Sr. Glauco Olinger (presidente da Acaresc) o contratou para fotografar todas as etnias do homem do campo e seu modo de viver no estado de SC.

De 1970 a 1973 lançou 180 novos inéditos cartões postais das belezas catarinenses: litoral, serras, planalto e oeste.

De 1981 á 1986 dedicou-se à fotografia de moda em Joinville/SC.

De 1987 á 1992 Voltou á fotografar turismo, áreas do litoral e serras, como também fotografias industriais e publicitárias.

De 1993 até hoje especializou-se em fotos aéreas e terrestres de hidrelétricas e termelétricas: Itaipu, Eletrosul, Gerasul e Furnas como também cartões postais, calendários, posters das Cataratas do Iguaçu.

Em 2000 iniciou a rever seu arquivo fotográfico com mais de 60.000 fotos e cromos, do qual sairão livros sobre o Rio Uruguai e sua influência no surgimento dos povoados e cidades ao longo do seu leito até o Rio da prata, sobre a colonização do estremo oeste e sobre achados arqueológicos na região de Urubici, vale do Rio Canoas e do Rio Pelotas na região de Bom Jardim da Serra e Lages como outras Regiões do Sul do Brasil.

Em maio de 2001 em Curitiba foi lançado oficialmente um expositor automático de imagens em seqüência fotográficas em rolos, no formato de pôsteres 50x70 cm até 1,80x300cm. Idealizado por ele para uma mídia alternativa eficiente de baixo custo.

Em 2003 em diante iniciou viagens em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul  a procura de araucárias  gigantes e pesquisas sobre a formação das sementes do pinhão, etc.. para um livro.